Há coisas engraçadas acontecendo comigo o tempo todo, agora.
Estranho. Simbolicamente, a chuva é relacionada à fertilidade, o branco à virgindade e a água às emoções, à origens, à vida. Parece uma afirmação descontextualizada, mas não é. Não quero explicar o que houve.
terça-feira, 13 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Óbvio.
"Você sabe que eu também"
Eu só não acreditava que seria possível. Afinal, eu sou quase insuportável.
Eu só não acreditava que seria possível. Afinal, eu sou quase insuportável.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Vixe.
Eu odeio quando esses momentos chegam. Meu mais caro amigo me afundou num deles. Agora estou muito pensativa, e nem sei no que estou pensando exatamente. É estranhíssimo. Sei que tem a ver com o passado e o presente.
Vivem dizendo que devemos viver o presente, que o passado não importa. Mas o passado... o passado é bacana, ele nos constrói. Ele não reconhece seu lugar, está sempre presente (e eu aqui citando Mário Quintana na cara dura). Eu sou a porcaria do meu passado. Só que eu não olho pro que eu era há dois anos me sentindo idiota. Eu era idiota há quatro anos, mas há três eu venho agindo da mesma maneira, meio louca, meio chorona, com os mesmos medos. Dizem que eu mudei, mas quem diz isso são pessoas que não eram tão próximas de mim há dois anos.
E no fim das contas, eu ainda tenho muitas coisas que eu tinha há três anos. É uma delícia sempre que aparece uma prova disso. E tenho coisas novas, agora... nem dos meus brinquedos eu me separei. Fiquei com vontade de tirá-los das caixas, hoje. É o que vou fazer. Só olhá-los, sabendo que fazem parte de mim. Que gracinha, isso. Viram Toy Story 3?
Tudo mudou realmente há um ano. Até aquele momento eu achava que eu estava substituindo algo, mas daí eu percebi que eu só estava somando o novo com o velho. Ganhei uma consciência da minha própria sorte. Curiosamente logo depois ocorreram coisas quase absurdas, experiências estranhas. Agora meu humor é inconstante.
Sei lá. Só sei que... eu amo. Não vou colocar objeto direto nisso aí. Há muitas opções.
Vivem dizendo que devemos viver o presente, que o passado não importa. Mas o passado... o passado é bacana, ele nos constrói. Ele não reconhece seu lugar, está sempre presente (e eu aqui citando Mário Quintana na cara dura). Eu sou a porcaria do meu passado. Só que eu não olho pro que eu era há dois anos me sentindo idiota. Eu era idiota há quatro anos, mas há três eu venho agindo da mesma maneira, meio louca, meio chorona, com os mesmos medos. Dizem que eu mudei, mas quem diz isso são pessoas que não eram tão próximas de mim há dois anos.
E no fim das contas, eu ainda tenho muitas coisas que eu tinha há três anos. É uma delícia sempre que aparece uma prova disso. E tenho coisas novas, agora... nem dos meus brinquedos eu me separei. Fiquei com vontade de tirá-los das caixas, hoje. É o que vou fazer. Só olhá-los, sabendo que fazem parte de mim. Que gracinha, isso. Viram Toy Story 3?
Tudo mudou realmente há um ano. Até aquele momento eu achava que eu estava substituindo algo, mas daí eu percebi que eu só estava somando o novo com o velho. Ganhei uma consciência da minha própria sorte. Curiosamente logo depois ocorreram coisas quase absurdas, experiências estranhas. Agora meu humor é inconstante.
Sei lá. Só sei que... eu amo. Não vou colocar objeto direto nisso aí. Há muitas opções.
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